Sai a 13ª. edição de “CV-PCC – A irmandade do crime”.

CV PCC

A Editora Record acaba de lançar a 13ª edição do livro “CV-PCC – A irmandade do crime”, segundo volume da minha trilogia sobre violência urbana e crime organizado no Brasil. Publicado originalmente em 2004, tornou-se um best seller sobre o tema. A nova edição já está nas livrarias e pode ser encontrada também em formato e-book, através da Internet, no endereço eletrônico http://www.record.com.br . A seguir, você confere texto de divulgação da Editora Record sobre o livro:
“CV-PCC – A irmandade do crime, do jornalista Carlos Amorim, é um mergulho no submundo. Além de descrever as operações de grupos armados como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), o livro investiga as origens históricas do crime organizado no país. ‘As organizações criminosas não estão limi-tadas a nenhuma geografia específica, a nenhuma periferia urbana, fazem parte do cotidiano de toda uma nação’, explica o autor. Ele analisa a violência urbana instalada no Brasil e mostra como o crime organizado pretende unificar o tráfico de drogas sob um comando único. Define, ainda, o quadro das operações criminosas que já colocam o país como o segundo maior mercado mundial de consumo de drogas ilegais”.

Sobre Carlos Amorim

Carlos Amorim é jornalista profissional há mais de 40 anos. Começou, aos 16, como repórter do jornal A Notícia, do Rio de Janeiro. Trabalhou 19 anos nas Organizações Globo, cinco no jornal O Globo (repórter especial e editor-assistente da editoria Grande Rio) e 14 na TV Globo. Esteve no SBT, na Rede Manchete e na TV Record. Foi fundador do Jornal da Manchete; chefe de redação do Globo Repórter; editor-chefe do Jornal da Globo; editor-chefe do Jornal Hoje; editor-chefe (eventual) do Jornal Nacional; diretor-geral do Fantástico; diretor de jornalismo da Globo no Rio e em São Paulo; diretor de eventos especiais da Central Globo de Jornalismo. Foi diretor da Divisão de Programas de Jornalismo da Rede Manchete. Diretor-executivo da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, onde implantou o canal de notícias Bandnews. Criador do Domingo Espetacular da TV Record. Atuou em vários programas de linha de show na Globo, Manchete e SBT. Dirigiu transmissões de carnaval e a edição do Rock In Rio 2 (1991). Escreveu, produziu e dirigiu 56 documentários de televisão. Ganhou o prêmio da crítica do Festival de Cine, Vídeo e Televisão de Roma, em 1984, com um especial sobre Elis Regina. Recebeu o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, em 1994, na categoria Reportagem, com a melhor obra de não-ficção do ano: Comando Vermelho – A história secreta do crime organizado (Record – 1994). É autor de CV_PCC- A irmandade do crime (Record – 2004) e O Assalto ao Poder (Record – 2010). Recebeu o prêmio Simon Bolívar de Jornalismo, em 1997, na categoria Televisão (equipe), com um especial sobre a medicina em Cuba (reportagem de Florestan Fernandes Jr). Recebeu o prêmio Wladimir Herzog, na categoria Televisão (equipe), com uma série de reportagens de Fátima Souza para o Jornal da Band (“O medo na sala de aula”). Como diretor da linha de show do SBT, recebeu o prêmio Comunique-se, em 2006, com o programa Charme (Adriane Galisteu), considerado o melhor talk-show do ano. Em 2007, criou a série “9mm: São Paulo”, produzida pela Moonshot Pictures e pela FOX Latin America, vencedora do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor série da televisão brasileira em 2008. Em 2008, foi diretor artístico e de programação das emissoras afiliadas do SBT no Paraná e diretor do SBT, em São Paulo, nos anos de 2005/06/07 (Charme, Casos de Família, Ratinho, Documenta Brasil etc). Vencedor do Prêmio Jabuti 2011, da Câmara Brasileira do Livro, com “Assalto ao Poder”. Autor de quatro obras pela Editora Record, foi finalista do certame literário três vezes. Atuou como professor convidado do curso “Negócios em Televisão e Cinema” da Fundação Getúlio Vargas no Rio e em São Paulo (2004 e 2005). A maior parte da carreira do jornalista Carlos Amorim esteve voltada para a TV, mas durante muitos anos, paralelamente, também foi ligado à mídia impressa. Foi repórter especial do Jornal da Tarde, articulista do Jornal do Brasil, colaborador da revista História Viva entre outras publicações. Atualmente, trabalha como autor, roteirista e diretor para projetos de cinema e televisão segmentada. Fonte: resumo curricular publicado pela PUC-RJ em “No Próximo Bloco – O jornalismo brasileiro na TV e na Internet”, livro organizado por Ernesto Rodrigues em 2006 e atualizado em 2008. As demais atualizações foram feitas pelo autor.
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10 respostas para Sai a 13ª. edição de “CV-PCC – A irmandade do crime”.

  1. Antônio Urani disse:

    Ótimo livro. Leitura obrigatória. Carlos Amorim trata de maneira singular a questão da violência urbana e do crime organizado em nosso país. Leitura envolvente e intrigante. Depois de ler esse livro, leia também o best seller Assalto ao Poder do mesmo autor. Esse último livro é de caráter ímpar, quando se fala em violência urbana e crime organizado.

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  2. Maicon disse:

    Otimo Livro.. Otimo Autor. Parabens carlos amorim. Realmente Nao Gosto De Ler Mais esse Foi O Unico Livro Que Li Rapidamente Pois Conta Oque Ha Nas nossas “Cabeças ” Talvez Lance Mais Um Desses Serei o Primeiro A Ler. pois A realidade é cruel mais tem Que Ser Exposta..

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  3. Fabia Oliveira disse:

    Carlos Amorim, sou admiradora do seu trabalho e estou a procura do livro CV-PCC A irmandade do crime. Conforme sua nota este livro pode ser encontrado no formato E-book na editora Record mas infelizmente esta informação não confere. Liguei para eles e não esta disponível para comprar na internet. Tentei na livraria Saraiva e Submarino e infelizmente não encontro o livro. Aonde posso encontrar este livro?
    Ja encomendei “Assalto ao Poder” que deve chegar semana que vem!

    Abraços, Fabia

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  4. Raiane Amorim disse:

    Parabéns, pai!!! Love you!

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  5. Fábio disse:

    Também estou tentando comprar o livro mais no site da editora não da opção de compra e em outras livrarias está indisponivel!!

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  6. Luiz Fernandes disse:

    Ótimos livros. Admiro muito a coragem do autor em expor esse problema crônico que está estabelecido em nossa sociedade, e que as autoridades têm consciência da existência mas não conseguem estabelecer politicas públicas que consigam extirpá-lo ou ao menos reduzi-lo. É preciso atacar a raiz do problema, investido em educação e evitando que nossas de crianças de hoje sejam arregimentadas ao exército do crime organizado que cresce em ritmo exponencial. evitando as medidas paliativas adotadas há décadas, por vários e diferentes governos, onde a violência é atacada com mais violência, onde a corrupção corrobora com o aumento da miséria e consequentemente leva os menos abastados ao poço calamitoso das drogas.

    Meus parabéns Sr. Carlos Amorim, jornalistas que abrem os olhos da sociedade ao invés de contribuir com sua alienação estão em falta. Que venham mais livros. Sucesso.

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