Sobre o autor

Carlos AmorimCarlos Amorim é jornalista profissional há 40 anos. Começou, aos 15, como repórter do jornal A Notícia, do Rio de Janeiro. Trabalhou 19 anos nas Organizações Globo, cinco no jornal O Globo (repórter especial e editor-assistente da editoria Grande Rio) e 14 na TV Globo. Esteve no SBT, na Rede Manchete e na TV Record. Foi fundador do Jornal da Manchete; chefe de redação do Globo Repórter; editor-chefe do Jornal da Globo; editor-chefe do Jornal Hoje; editor-chefe (eventual) do Jornal Nacional; diretor-geral do Fantástico; diretor de jornalismo da Globo no Rio e em São Paulo; diretor de eventos especiais da Central Globo de Jornalismo. Foi diretor da Divisão de Programas de Jornalismo da Rede Manchete. Diretor-executivo da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, onde implantou o canal de notícias BandNews. Criador do Domingo Espetacular da TV Record. Atuou em vários programas de linha de show na Globo, Manchete e SBT. Escreveu, produziu e dirigiu 56 documentários de televisão.

Ganhou o prêmio da crítica do Festival de Cine, Vídeo e Televisão de Roma, em 1984, com um especial sobre Elis Regina. Recebeu o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, em 1994, na categoria Reportagem, com a melhor obra de não-ficção do ano: Comando Vermelho – A história secreta do crime organizado (Record – 1994). É autor de CV_PCC- A irmandade do crime (Record – 2004) e O Assalto ao Poder (Record – 2008). Recebeu o prêmio Simon Bolívar de Jornalismo, em 1997, na categoria Televisão (equipe), com um especial sobre a medicina em Cuba (reportagem de Florestan Fernandes Jr). Recebeu o prêmio Wladimir Herzog, na categoria Televisão (equipe), com uma série de reportagens de Fátima Souza para o Jornal da Band (“O medo na sala de aula”). Como diretor da linha de show do SBT, recebeu o prêmio Comunique-se, em 2006, com o programa Charme (Adriane Galisteu), considerado o melhor talk-show do ano.

Em 2007, criou a série “9mm: São Paulo”, produzida pela Moonshot Pictures e pela FOX Latin America, vencedora do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor série da televisão brasileira em 2008. Em 2008, foi diretor artístico e de programação das emissoras afiliadas do SBT no Paraná e diretor do SBT, em São Paulo, nos anos de 2005/06/07 (Charme, Casos de Família, Ratinho, Documenta Brasil etc).

Vencedor do Prêmio Jabuti 2011, da Camara Brasileira do Livro, com “Assalto ao Poder”.

Atuou como professor convidado do curso “Negócios em Televisão e Cinema” da Fundação Getúlio Vargas no Rio e em São Paulo (2004 e 2005).

Fonte: resumo curricular publicado pela PUC-RJ em “No Próximo Bloco – O jornalismo brasileiro na TV e na Internet”, livro organizado por Ernesto Rodrigues em 2006 e atualizado em 2008.

59 respostas para Sobre o autor

  1. Joel Paviotti disse:

    Desde 2005 quando pela primeira vez, tive contato com a sua obra! Virei fã incondicional da sua pessoa!
    Estou querendo trabalhar na area de pesquisas sobre a violência urbana, e talvez um dia entrevistar vc para um trabalho de pós!

    Além de ser uma pessoa de grande coragem, vc é um escritor muito bom, de linguagem facil e acessivel!

    Só nunca imaginei que vc tinha um blog, acho legal esse instrumento de comunicação entre o autor e o leitor!
    Estou em uma comunidade em homenagem a sua pessoas no orkut!

    Abraços!

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    • Querido Carlinhos: Faz muitos anos que nós não nos encontramos. Contudo, tenho acompanhado sua brilhante carreira jornalística, ainda que a uma certa distância. Evidentemente, sinto muito orgulho de você, pois fomos amigos inseparáveis durante um bom tempo.
      Escrevo para agradecer as palavras amáveis com que você se referiu ao saudoso Ivan Alves, meu velho pai, em seu último e bem documentado livro sobre a epopeia do Araguaia. Realmente, fiquei muito comovido. E agradeço, igualmente, a menção à minha obra Memorial dos Palmares no início do seu trabalho. Foi uma honra.
      Do amigo saudoso, do amigo de sempre,
      Ivanzinho.

      Curtida

      • Carlos Amorim disse:

        Querido Ivan,
        recebo com grande alegria a sua mensagem. Realmente, o velho “pato rouco” é uma figura emblemática nas nossas vidas. Aprendi demais com ele, principalmente o gosto pela leitura, a pesquisa, a investigação da história presente. O seu “Memorial dos Palmares” é um clássico da ciência social brasileira. Nos vimos pela última vez, no aeroporto do Galeão, em 1980, na volta dos exilados. Me mande seus contatos para camorim3@gmail.com e vamos conversar.
        Forte abraço.

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  2. Samara Fernandes disse:

    Olá Carlos, tudo bom?
    Sou jornalista do Recife e vou fazer uma matéria baseada no seu último livro, Assalto ao Poder. Será que poderíamos conversar?

    Desde já agradeço a atenção.
    Samara Fernandes.

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  3. Paulo Correia disse:

    Carlos,
    Acabei de chegar da livraria com o seu novo livro debaixo do braço. É só tomar um banho e cair na rede para começar a ler Assalto ao Poder.
    Meus parabéns pela obra, por abordar assuntos tão duros de nossa realidade, mas que merecem ser reportados de forma correta e ampla.
    Sucesso.
    Paulo Correia

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  4. Valdiney A.J Santos disse:

    Caro Carlos Amorim !
    Fiquei muito feliz em ver que voce lançou outro livro.
    Certa vez fui à casa de uma amiga e ela me emprestou dois livros, rota 66 e CV, li os dois (devorei,melhor dizendo), e li novamente o Cv.
    Anterior a estes dois eu ja tinha lido um outro que voce cita no Cv que é o Lucio Flavio.
    Bom, enfim agora quero lhe dar meus parabens e ja comprei seu mais novo livro e se for tão bom quanto o primeiro vou indica-lo.
    Parabens e um grande abraço!
    Valdiney

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  5. tamara leftel disse:

    Amorim, perdi o lancamento do livro no Rio ou ainda vai acontecer? Manda um e-mail para mim, preciso falar com vc…
    Gde. abraco,
    Tamara

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  6. Jonh Davys Bezerra Dantas disse:

    Boa noite Sr Carlos Amorim!
    Estou realizando meu doutorado na Escola de Comando e Estado Maior do Exército sobre a “Evolução do Crime Organizado”. Após ter lido toda a sua trilogia sobre o assunto, gostaria de conversar com o senhor sobre como tal evolução pode afetar a Defesa Nacional.
    Antecipadamente, agradeço a atenção dispensada e aguardo contato do senhor.
    Davys

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    • Carlos Amorim disse:

      Prezado Davys,
      Respondo com certo atraso, em razão de uma agenda difícil no momento.
      Gostaria de me colocar à sua disposição para qualquer esclarecimento referente ao tema.
      Em minha opinião, o processo criminal em curso no país tem implicações de soberania e
      de defesa nacional.

      Abs
      Camorim

      Curtida

  7. Antônio Urani disse:

    Olá,
    Gosto muito do seu trabalho, parabéns!
    Como faço para conseguir o livro Comando Vermelho: A História Secreta do Crime Organizado? Tenho os outros falta apenas esse. Gostaria de tê-lo, pode ser usado.
    Aguardo retorno.
    E mais uma vez parabéns.

    Curtida

    • carlos amorim disse:

      Caro,
      Os livros “Assalto ao Poder” e “CV_PCC – A irmandade do Crime” estão nas livrarias. O “Comando Vermelho” será reeditado pela Ed. Record no próximo mês de janeiro/11. Assim, toda a trilogia estará disponível aos leitores.
      Abs
      Camorim

      Curtida

  8. Rui Macedo disse:

    Bom dia Carlos
    Estou começando a ler o seu livro “Assalto ao Poder”, e para efeito de colaborar com conhecimento, verifiquei que você denominou FAL ( Fuzil automático ligeiro) n apág. 85.
    Contudo, o verdadeiro siginificado é “fuzil automático leve”, pois os fuzis são classificados em leve e pesado, que no caso do calibre 7,62 mm, as FFAA possuem o FAP ( Fuzil automático pesado).
    Espero ter contribuído
    Abraços
    Rui

    Curtida

    • carlos amorim disse:

      Rui,
      obrigado pela colaboração. Vou adotar a sua classificação
      dos fuzis, que me çarece correta.
      Durante as minhas pesquisas também encontrei a
      dejominação “fuzil de assalto ligeiro”.
      Abs
      Camorim

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  9. Valeu, irmao!
    Bacanérrimo seu site.
    Estou dando um tempo para ler seu livro, embora os acontecimentos recentes o coloque na pauta do dia. Acaba ficando over demais. Violência, tristeza e insegurança na Tv, na rua, nos jornais e ainda no livro, é demais pra mim. Mas queria te fazer uma pergunta: é possivel o trafico de drogas continuar sem estar associado à violencia urbana dessa forma tao escancarada como é aqui no Rio? Quero dizer, é possivel o trafico tornar-se um negocio cada vez mais “profissional”, mas “clandestino” e sem ocasionar tanto sofrimento para a população? Fico pensando, existe trafico e consumo de drogas em quase todo o mundo e principalmente nas grandes cidades, mas aqui o bicho pega de uma forma muito diferente. Porque?
    beijocas e saudades

    Curtida

  10. Fabiana disse:

    Boa tarde,
    Devido aos últimos acontecimentos, resolvi “fuçar” a internet em busca de algo sobre Luiz Orlando Gomes, o Cara de Rato, (meu pai) e acabei achando seu livro sobre o CV.
    Enfim, dei uma espiado no livro pelo Scribd e achei muito pouco sobre ele, aliás, quase nada. Nem seu assassinato, lá pelo final de 88 ( e publicado como suicídio no Globo) foi citado.
    Vc não tinha informações sobre ele, ou achou que não era importante para publicar.
    Bom, estou deixando esse recado apenas para trocarmos informações.
    Meu email está no comentário.

    Abçs

    Curtida

    • carlos amorim disse:

      Fabiana,
      obrigado pelo comentário.
      De fato, tinha poucas informações sobre
      o que aconteceu com seu pai.
      Se vc tiver algum material – inclusive que vc
      mesma passa escrever – me mande.
      Abs
      Camorim

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  11. Olá Carlos Amorim,
    Estou escrevendo sobre a questão da violência e da possível transferência dos líderes do Rio para outras Cidades, como a Baixada Santista. Hoje, pesquisando por novidades, vi a manchete do jornal do Diário de São Paulo, que fala exatamente disso e gostaria de entrevistá-lo para a matéria. Seria possível fazer algo por telefone ou por e-mail? como preferir…
    Obrigada.
    Nara Assunção

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  12. Acácio dos Santos Machado disse:

    Prezado Carlos Amorin.

    Comecei a ler o seu livro “Assalto ao Poder” cheio de empolgação até á pag.110,onde o sr afirma que Jonas Savimbi lider da Unita, “sic “morreu de causas supostamente naturais(há quemdiga,que Savimbi foi supostamente envenenado,mas isto parece ser apenas um teoria conspiratória).Lamento informa-lo mas Savimbi foi metralhado dentro duma cabana enquanto dormia pelas FAA de Angola na epoca.
    Mais adiante na pag152 o sr diz que em Moçambique a Frente de Libertação de Moçambique(Frelimo) chefiada por Eduardo Chivambo Monblane tomou a capital Maputo.Em primeiro lugar o nome do fundador da Frelimo é Eduardo Chivambo Mondlane e não “Momblane” o qual foi vitima de uma encomenda-bomba e faleceu em 1969 .Quem negociou a independencia de Moçambique com Portugal e assumiu a Presidencia de Moçambique (não tomou) foi Samora Moises Machel o lider que sucedeu a Eduardo Mondlane.Depois o sr afirma que Moçambique iniciou uma série de confrontos com a Namibia!!!!!e a Africa do Sul.Pelo amor de Deus sr Carlos Amorim, um erro desses é imperdoavel e demonstra que a sua pesquisa foi péssima.A Namibia fica na costa ocidental da Africa e faz fronteira com a Africa do Sul e Angola.Moçambique fica na costa oriental e faz fronteira com a Africa do Sul ,Zimbabue,Malaui e Tanzania,Creio que voçe queria dizer Zimbabue(antiga Rodésia).
    Outra informação errada é que jamais tropas de Cuba estiveram em Moçambique e sim em Angola.Creio que voçe fez uma salada e misturou Angola com Moçambique.
    Depois dessas falhas sinceramente deixei de acreditar nas suas pesquisas.As fontes saõ pessimas…Concorda que falhas desse tipo podem comprometer a credibilidade do livro?
    Atenciosamente.

    Acácio

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    • Carlos Amorim disse:

      Caro Acácio,
      assim que voltar a São Paulo vou acompanhar com atenção as suas observações.
      Uma delas me parece um erro ou falha de revisão, mas o caso do Savimbi merece
      reabrir a pesquisa com vistas a alterações para uma futura edição.
      Como vc sabe, há várias versões sobre a morte do líder da Unita.
      Agradeço a colaboração.
      Abs
      Camorim

      Curtida

    • Cirineu disse:

      Caro Acácio!
      Muito obrigado pelos comentários, eles me ajudaram muito a confirmar algumas dúvidas que tinha sobre a credibilidade de muitas informações que recebemos.
      Vou continuar atento, pois, não podemos acreditar em tudo que está escrito, o currilum de Carlos Amorim diz que sim, mas esse tipo de contradição realmente nos faz pensar melhor.

      Curtida

  13. Guga Fonseca disse:

    Prezado Carlos Amorim,

    Estou ansioso, pois estou acabando a minha leitura do ASSALTO AO PODER e não consigo achar os seus outros dois livros: CV e CV-PCC a irmandade do crime nas livrarias da minha cidade, Salvador. Por favor me ajude a encontra-los pois estou vidrado na sua forma de nos dizer a nossa triste e muitas vezes inacreditável verdade. Temos que te agradecer e muito por cada página que vocês nos presentei. São livros que vou ler e re-ler na esperança que um dia alguém tenha a coragem de gritar as suas palavras.

    Um forte abraço e que Deus continue te iluminando para que cada vez mais as verdades não nos sejam omitidas.

    Carlos

    Curtida

    • Carlos Amorim disse:

      Guga,
      vc pode encontrar os livros anteriores nos portais de
      vendas das grandes editoras, inclusive da Record. Eles
      vendem online e entregam em casa.
      Boa sorte e obrigado.
      Abs
      Camorim

      Curtida

  14. Cristina M. Ferrer disse:

    Olá Carlos!
    Tive a oportunidade de ler recentemente seu 1. livro C.V. Parabéns pelo seu trabalho!
    Extremamente oportuno e realista!! e infelizmente atemporal,pois, mesmo passando-se quase 20 anos continuamos tendo esse mesmo retrato triste de violência em nosso país..
    Vc poderia me passar seu e-mail de contato,por favor?
    grande abraço!
    Cristina

    Curtida

  15. yasmin disse:

    se vc tivesse em pleno carnaval (em um bloco ) ao chegar para fazer sua apresentação e o prefeito da cidade desligasse o som só porque o seu abadá ñ tem o seu patrocinio e tivessese o partocinio de um ex-prefeito que o atual odeia o que vc faria? que costregimento o povo de urbano santos-ma passou!

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  16. emanuela rego disse:

    Ola Amorimmmmmmm,
    Não sei se vc lembra de mim ! Trabalhei(mesmo que muito pco ) com vc no sbt. Agora estava precisando de alguns conselhos seus(sempre tão sábios).Se não for muito encomodo ,vc poderia me passar o seu e mail de contato por favor?
    grande abraço
    Manu

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  17. C Kenjiro disse:

    Camorim, estou sem o seu contato de email. Gostaria de lhe enviar um material.

    Curtida

    • Carlos Amorim disse:

      Amigo. tenho um projeto para discutir com vc. Me escreva em camorim3@gmail.com e mande seus contatos. Ainda em Curitiba? Abs

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      • João Batista Pereira Neto disse:

        Estou morando em São Lourenço MG. Estou juntando material que um professor renomado da Cândido Mendes apanhou para estudo naquela Universidade, entre o material relatório de mais de 70 páginas sobre o Contrabando de Armas no Cone Sul, livros publicados com crédito aos trabalhos contra o tráfico e os crimes de extorsão mediante sequestro, além dos Bailes do Corredor (Bailes Funks, lado A e Lado B. No material havia aquele primeiro número da Revista Marie Claire, o qual fala sobre os sequestros no Rio de Janeiro. Esse trabalho de reportagem foi feito pelo PAULO ROBERTO DA MATTA, filho do sociólogo Roberto da Matta. Conversei com ele hoje para ver da possibilidade de ter o número 1 da Revista Marie Claire. Carlos Amorim, amigo, aquele trabalho do Funks, a abertura cerimoniosa do tráfico de drogas para abraças a juventude foi fantanstico. Tenho DVD gravações de testemunhas; gravação de relatos da morte do falecido amigo Tim Lopes de pessoa que estava ao vivo e a cores no local, no dia e no instante que ele foi capturado pelo tráfico. Com relação . ao material que está com a Universidade Candido Mendes, Professor Leo, nós podemos tê-lo rápido, pois ele é uma pessoa amiga e tenho o telefone e e-mail para contato. Um abraço João Batista Pereira Neto

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  18. Rodrigo Franco disse:

    Caro Carlos Amotim,

    Acabo nessa manhã de véspera de feriado a minha leitura de sua trilogia com o excelente Assalto ao Poder! Você tem razão ao afirmar que é mais lembrado pelos livros e pelas idéias! Não o conhecia, ainda que já tivesse lido jornais ou assistido algum dos programas que dirigiu. Mas, foi no curso de ciências sociais que pela primeira vez li o primeiro de seus livros. CV a história secreta do crime organizado ajudou muito a despertar meu interesse pelo tema e nas pesquisas que faço. Somado ao outros dois, seus livros tornaram-se referência e fonte de consulta sempre que preciso recorrer a algum dado ou análise em que posso confiar. Sou Servidor Público Federal da UFF e meu objetivo é chegar ao DPRF, cujo concurso em que me encontro aprovado, como deve saber, está sob judice desde 2009. Levo comigo os livros, as informações, e principalmente o saber construído ao longo desses anos. Tenho o compromisso de dar a minha contribuição para ao menos achar o túnel… depois procuraremos a luz ao final dele. Parabéns por ser um ótimo pesquisador, jornalista e escritor! Aguardo o próxima obra. Um grande abraço.
    Rodrigo Franco

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  19. Sâme disse:

    Oi Carlos,
    em um dia no twitter vi o promotor Cembranelli indicar a leitura do seu livro, não conhecia nada sobre vc e sobre o assunto, e fui até a livraria aqui em Belém. na primeira vez não tinha, na segunda havia acabado os três exemplares e por fim tinha apenas 1 exemplar dos outros 5 que vieram, e que fiz o vendedor por quase meia hora.
    Valeu o esforço pelo livro, nos meus 24 anos de vida nunca tinha lido fatos tão reais da realidade brasileira. Fico imaginando agora como a Amazônia entra na rota do crime, nas cegas fronteiras que mencionou…daria tranqüilo uma outra volumosa publicação.

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  20. Sâme disse:

    Me refiro no post anterior ao livro Assalto ao Poder…. que li atentamente e que já me levou na busca dos outros dois livros anteriores.

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  21. Lopo de Castro Neto disse:

    Caro Prof. Paulo Sergio Pinheiro,

    Eu sou um pesquisador estudando na American University situada em Washington DC e estou escrevendo um trabalho acadêmico sobre a violência relacionada ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Especificamente sobre as estratégias do estado, principalmente das policias em solucionar ou pelos mitigar esses problemas. Esse tema tem grande relevância hoje em dia com visto as grandes operações que vem ocorrendo como a do Morro do Alemão de 2010. Venho conversando com outros autories e gostaria muito de falar com o senhor.
    Então se o senhor tiver disponibilidade eu gostaria de lhe fazer algumas perguntas relacionadas a este tema. Lhe agradeço desde já.

    Lopo de Castro Neto.

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  22. marcos valença disse:

    Prezado Amorim,
    Sou brasileiro e me encontro em Portugal, estudando doutorado na área sociológica. O livro que você traz a história do ex padre Alípio Freitas já foi lançado?
    Abraços,

    Curtida

  23. Lia Lago disse:

    Amorim…meu querido amigo e amado diretor…q falta vc faz!!! Estou tentando contato contigo,mas,não estou conseguindo… Meu email:lialago@pop.com.br
    Bjs,
    Lia

    Curtida

  24. Raphael Garcia disse:

    Olá Carlos Amorim, boa noite.
    Gostaria muito de adquirir um exemplar do seu primeiro livro sobre o comando vermelho. Acabei de ler CV, PCC e já comprei o “Assalto ao Poder”.
    Pela internet não consigo encontrar o primeiro.
    Meu e-mail é: raphaelbacao@hotmail.com
    Um forte abraço,
    Raphael Garcia.

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  25. luciano fiuza disse:

    Carlos Amorim, boa noite!

    Gostaria muito de parabenizá-lo pelos grandes livros que já escreveu. Venho lendo Comando Vermelho e já li Assalto ao Poder. A narrativa nos dois livros é tao emocionante que nao consigo deixar de lê-los e até me atrapalha um pouco (risos), pois sou estudante de direito e estou bem próximo de fazer o Exame da Ordem. Brincadeiras à parte, o livro Assalto ao Poder me ajudou muito, pois estou fazendo um trabalho de conclusao de curso sobre atividades terroristas no Brasil e a falta de tipificaçao desses crimes na lei de segurança nacional. Com certeza citarei o seu livro em diversas partes do meu trabalho. Por isso gostaria (sei que é até atrevimento meu) que se você pudesse, me disponibilizasse algumas informaçoes sobre o tema, pois nao encontro bibliografias de peso para o meu trabalho sabe ? O grosso mesmo, fora os casos citados no seu livro, vieram de sites da internet e alguns trabalhos que pincelaram sobre o assunto. Ficarei grato se me ajudasse nessa missao. Desde já obrigado! Me tornei um fa seu. Desculpe também a falta de acentuaçao. É que estou com probleminhas no teclado.
    Luciano Fiuza

    Lucianofiuza2009@hotmail.com

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  26. Ana Paula Anzelotti disse:

    Carlos, tudo bem?
    Ana Paula que apresentou “Tempo Quente” na Band. Tudo bem? Preciso de seu contato de e-mail. Um beijo,

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  27. juliana barbassa disse:

    Carlos,

    tudo bem? Sou correspondente da Associated Press no Rio, e gostaria muito de entrevista-lo para uma materia.
    Poderia entrar em contato, por favor?

    Muito obrigada,

    Juliana Barbassa

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  28. AJ disse:

    Olá, sou dono de um blog aqui do WordPress e estou fazendo uma série de entrevistas escritas com jornalistas. Você poderia falar um pouco sobre sua carreira, livros e o blog. Aceitaria?

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  29. GRANDE MESTRE CAMORIM !
    TUDO BEM ?
    ,TIVE A OPORTUNIDADE DE TRABALHAR COM VC ,E BEBER NESSA FONTE ,
    DE ÁGUA LIMPA NOS BONS TEMPOS DA SBT RIO ,NA GENERAL PADILHA . ..
    ERA UM TIMÃO ,MOUNIR SAFATLI E BETH COSTA ..
    DEPOIS DE 10 ANOS ,COM O JORNAL PORTO SEGURO TURISMO .
    PEGUEI ESSE SEGMENTO . E HOJE ESTOU EM CABO FRIO HÁ 11 ANOS ,
    COM UMA UMA REVISTA E PROGRAMA DE TURISMO CITY TOUR
    . VIAJO MUITO DE HOTEL EM HOTEL E FAÇO UM BELO
    PROGRAMA COM A REVISTA EDITO DVD UM DVD DE DIVULGAÇÃO TU´RÍ
    STICA .
    VEJA O BLOG REVISTAETVCITYTOUR.BLOGSPOT,COM .
    VEJA NO YOU TUBE VÁRIOS OS PROGRAMAS
    ACESSE PROGRAMA CITY TOUR ,OU TV CITY TOUR .
    SE QUIZER PASSAR UNS DIAS AQUI EM CABO FRIO OU BÚZIOS
    MEU EMAIL wagnerpinheiro@hotmail.com
    ,face book o mesmo wagnerpinheiro da costa
    ou me liga 22 99113004 um abração sucesso
    do amigo wagner pinheiro

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  30. Edson Geroncio de Mesquita Oliveira disse:

    Olá Carlos me Chamo Edson moro no Rio de janeiro sou muito fã seu,o primeiro livro que eu li seu foi pccv e acredite até então não sabia nada afundo sobre esse fantasma da violencia que nos assombra, tenho o rota 66, e estou lendo o assalto ao poder o livro é maravilhoso assim como todos que li escritos por você. Bom o que faz lhe escrever, é simples fato que para eu completar a minha a minha coletânia “Crime Organizado” só estava faltando o Comando Vermelho – A Historia Screta do Crime Organizado que não estou encontrando em lugar nenhum nem na internet e muito menos em livrarias. Desculpe-me minha “cara de pau” mas estou desesperado será que não haveria uma possibilidade de vc me presentear com este livro e ja que estou sendo “cara de pau” poderia autografar…

    De ante mão ja agradeço a sua atenção em ter ligo meu ” Depoimento”…. Muitísso obrado… Enorme abraço…

    Mais uma coisinha me tira uma duvida Comando Vermelho – Historia Secreta do Crime Organizado éo mesmo qu Comando Vermelho a Historia do Crime Organizado, pois a capa dos livros são diferentes eo conteudo é mesmo? Se não for teria a possibilidade de me presentear com este tbm…. Mil desculpas, como ja te disse é alguém que gosta muitíssimo do assunto e predendo em cima dos seus livros fazer meu tcc…

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  31. Ruth B Martins disse:

    Que alegria descobrir na página do Prêmio Jabuti que você levou mais um prêmio!! Melhor ainda é ter notícias tão legais sobre você. Mande notícias, apareça quando estiver aqui pelo Rio.
    Parabéns, beijoca.

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  32. paulo ricardo alves dos santos disse:

    não gostava muito de ler mais depois do livro a irmandade do crime comecei a ler mais muito bom parabens

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  33. O PCC CV Irmandade do Crime foi atualizado ou continua na edição de 2003?

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  34. Juliana Barbassa disse:

    Carlos –

    sou uma jornalista e estou escrevendo um livro sobre o Rio, tocando inclusive no tema de seguranca publica. Gostaria de conversar com voce. Seria possivel? Por favor, entre em contato se puder.

    Obrigada.

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  35. Isabel Cristina Ferreira jennerjahn disse:

    Olá,

    Estou escrevendo para pedir ajuda, precisamos de um jornalista de peso como o senhor que queira realizar uma matéria para dúnciar a máfia das remocoes em comunidades em que estao ocorrendo obras do PAC. Fiz um vídeo com denúncias dos moradores de Manguinhos (Mandela de Pedra Lugar de pessoas Sem Lugar e venho tentando desde junho fazer com que algum jornalista faca a denúncia e ninguém quis e enquanto isso os moradores vivem ameacados, pois os responsáveis pela secretaria de habitacao do RJ junto com os líderes comunitários e o poder do tráfico vêm ameacando os moradores de Manguinhos e calando suas bocas.

    Desde de já, no aguardo,

    Isabel.

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  36. Guilherme Primo disse:

    Estou lendo seu livro Comando Vermelho em formato PDF que achei na internet…peço me informar onde e como posso obter os outros 02 livros sobre o crime organizado.l.ambos tb em formato digital…grato

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  37. Alexandre Malantrucco disse:

    Caríssimo Jornalista Carlos Amorim
    Primeiro gostaria de cumprimentá-lo pelo brilhante documentário e estudo do crime organizado, acho que o único do País, na obra Irmandade do Crime que tive a felicidade de ler a 1a Edição. Acompanhei cada relato da vida dos personagens pesquisando-os e pude constatar que o trabalho jornalístico-policial é realmente digno de reconhecimento de todos os estudiosos do assunto. Somos também “amantes” do assunto, hoje no viés das máfias que atuam nos portos brasileiros, em especial a n`drangheta fundadora do pcc no Brasil. Gostaria, se possível, de trocar informes sobre essa união ítalo-brasileira e que coloca o Brasil na linha de descartes de resíduos tóxicos e atômicos, como acreditamos.
    Uma obra brasileira sobre a ndrangheta a primeira no Brasil seria interessante e tenho certeza que por suas mãos a edição acordaria muitas autoridades “adormecidas em berço esplêndido.

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  38. joaquim santos disse:

    Parabens pelo trabalho. Pra mim é leitura obrigatoria.

    Curtida

  39. COMANDO VERMELHO, me apanharam esse livro que você me enviou autografado, quando estava na TV GLOBO, disseram que ficaria nos arquivos do EB (Ten. Cel. José Mauricio Rodrigues Garcia, ex presidente do Detran RJ, deputado federal, morto durante o mandato). Tentei comprar outro exemplar por diversas vezes, mas a Editora Record tinha dado como esgotado ; por fim quando encontrei um outro na Feira de Livros do Largo da Carioca, alguém da Marinha me pediu emprestado, no fim disse vai ficar para os registros. Livro bom não se empresta, tampouco se apresenta a pessoas interessadas, pois você acaba sem tê-los. Ass. João Batista Pereira Neto

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  40. Léo José Martins Filho disse:

    SR. CARLOS AMORIM, POR MUITO TEMPO PROCUREI O LIVRO ” O CONVENTO DE TRAPA ” PORQUE MEU AVO NATURAL DE TREMEMBÉ FOI NOVIÇO POR NOVE ANOS NESSE CONVENTO. DEPOIS DE VÁRIAS TENTATIVAS CONSEGUI CONTATO COM UMA PESSOA DE DIADEMA QUE COLOCOU UM VOLUME A VENDA NO MERCADO LIVRE. COMPREI O VOLUME E ME DEPAREI COM UMA DEDICATÓRIA AO ENTÃO SR GOVERNADOR DE SÃO PAULO SR. CARVALHO PINTO E QUEM ASSINA ESSA DEDICATÓRIA É JOSÉ CARLOS AMORIM.
    PARA MATAR MINHA CURIOSIDADE GOSTARIA DE SABER SE FOI O SR QUE O PRESENTEOU.

    GRATO
    LEO ( 66 ANOS)

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  41. Paula Savino disse:

    Querido Carlos não sei se vai se lembrar de mim, trabalhamos juntos na Globo nos anos 70 eu trabalhava como assistente do Leo Magalhães e você era jornalista da emissora na época, sou Paula Savino, de solteira Paula Maya Ferreira e sou irmã também do falecido filho do Luiz Jatobá o Luiz Carlos Jatobá, é um prazer reencontra-lo por aqui uma pessoa que eu admiro pelo talento e caráter, se quiser entrar em contato comigo me escreve para paula@ecobras.com.br,grande abraços

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  42. LLL disse:

    Gostaria de compartilhar com a você a minha historia. Fui envolvido por 7 anos no trafico internacional de drogas sintéticas no estado de SP a mais de um ano abandonei esta vida e me converti a religião evangélica. A meses atras comecei a colocar as minhas memorias no papel para dar um testemunho em minha igreja sobra a minha vida e vi que talvez poderia ser contado em livro, desde então tenho me empeado a escreve lo. A dias atras recebi uma proposta de um cineastra para contar a minha vida no cinema de forma fictícia e nesse contrato uma das clausulas seria eu não publicar o livro, seria apenas ficção e acabei não aceitando, pois não descarto a possibilidade de um dia ser contado em cinema também, mais quero antes publicar em livro. Não tenho prazer em dizer mais fui um dos maiores traficantes do Brasil, vendia 80 mil comprimidos por mes em todas as cidades do pais, festas e clubs, fui preso em 2009 e minha prisão ajudou mais ainda na minha distribuição, pois quando sai do presidio os meus contatos eram maior e passei a fornecer também para as favelas do PCC. Gostaria muito de te enviar, talvez possa me ajudar, não sou profissional mas escrivi as minhas memorias da melhor maneira possível mais muitas coisas não consegui relatar. Gostaria muito de uma ajuda, mandar o que fiz e quem sabe voce tenha um interesse em publicar a minha historia. Posso mandar sem compromisso ?

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  43. Eriston Brito disse:

    COM O PÓ DO BARRO SECO NA GARGANTA

    O dia já começava quente, fritando o pé de tamarindo, e a minha tia pedia para eu buscar água lá no caminhão pipa que ia chegar a qualquer momento. Para não perder a minha vez na fila da água eu sai cortando o sertão seco com o jegue chacoalhando os carotes no lombo, num fervilhar de gemidos, e gazes que o jegue ia soltando no longo caminho até a água.

    Em todo o caminho a seca comia tudo, e tudo ficava cinza, e as cercas se estendiam com seus gravetos apodrecidos, mostrando a cara do serão. Volta e meia o jegue desviava de algumas cabras magras que cruzavam o seu caminho.

    O pó vermelho do barro subia a cada batida de casco, o jegue forçava o passo, parecia que ele estava sentindo o cheiro da água, e as casas feitas de barro e cipó iam ficando para trás, junto com as poucas arvores que teimosamente queriam ficar verdes e mostrar um sertão que não existia nos meses de poucas chuvas.

    O ponto marcado na minha mente, mostrando que faltava pouco para eu chegar ao caminhão com água era uma velha palmeira que tinha suas folhas na copa ainda verdes e as outras despencando secas, quase caindo em cima de uma velha casa abandonada,
    dentro de um velho terreno protegido por um arame frouxo, arame que os bois magros não se importavam em riscar o seu pelo e se proteger do sol.

    Quem não conhece o sertão não pode falar das paisagens secas que se estendem sertão a fora, e as pouquíssimas casas, algumas de barro, outras de tijolo, e o povo ali no meio de tudo aquilo, tentando alimentar os poucos animais que gritavam de fome ao ver os seus donos chegando, mesmo sabendo que eles não tinham nem água nem comida para aliviar a fome e a sede que cortava a boca e o estomago.

    Na sequidão tinha tudo, e muito mais, vaca morta e seca no caminho, gente velando outros bichos que estavam se decompondo aos poucos no sol, fedor que se misturava com o calor, o povo do sertão orando e pedindo chuva, mãe chorando e acalentando o filho, urubu voando por cima das cabeças dos mais fracos, na esperança que um racional ou irracional viesse morrer para ele sobreviver, tudo ali no sertão era terreno da morte.

    Quando o jegue chegava ao seu destino, a primeira coisa que ele fazia era bufar e beber tanta água quase parando de respirar. Ele sabia que os carotes seriam retirados e a sua cangalha o deixaria por alguns minutos, o aliviado do calor e do peso, mas ele também sabia que a volta seria muito mais penosa, e era, porque assim que os carotes fossem abastecidos ele retomaria a viagem de quase duas horas com a carga no lombo. Tudo isso foi seguido e até hoje se segue no sertão baiano.

    Eric Fal

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