Lançamento de “Araguaia – Histórias de amor e de guerra” reúne jornalistas, ex-combatentes, críticos e TV.

O autor, em entrevista à Band.

O autor, em entrevista à Band.

“Araguaia – Histórias de amor e de guerra”, novo livro do jornalista Carlos Amorim, lançado ao público nesta terça-feira (10 nov), agitou a Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. O evento reuniu jornalistas, críticos, produtores cinematográficos e ex-combatentes da Guerrilha do Araguaia. Contou com a presença de representante da Pastoral da Terra e da Fundação Maurício Grabois, que trata da preservação da memória da luta armada no Sul do Pará, o maior movimento de resistência à ditadura militar no Brasil.

Rioco Kayano, ex-guerrilheira, no lançamento do livro.

Rioco Kayano, ex-guerrilheira, ao centro,  no lançamento do livro.

Em entrevista à TV Bandeirantes, o autor declarou:

_ Escrever sobre o movimento armado no Araguaia foi um desafio profissional, porque se trata do evento mais importante da resistência ao golpe militar e é – no entanto – o menos conhecido.

Amorim e Palmério Dória, jornalista que escreveu o prefácio do livro.

Amorim e Palmério Dória, jornalista que escreveu o prefácio do livro.

O livro do jornalista, duas vezes vencedor do Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o maior certame de literatura do país, já está sendo distribuído às maiores livrarias do país.

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3 respostas para Lançamento de “Araguaia – Histórias de amor e de guerra” reúne jornalistas, ex-combatentes, críticos e TV.

  1. Claudia Carvalho disse:

    Parabéns pela iniciativa, Amorim! Um documento importante, que retrata e resgata um momento ainda muito obscuro de nossa história. Aguardamos o lançamento aqui no Rio. Sucesso!

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  2. José Roberto Castilho Piqueira disse:

    Prezado senhor Carlos Amorim, seu livro “Araguaia” é, realmente, uma viagem consciente ao Brasil dos anos 60 e 70, principalmente para quem militou no movimento estudantil (USP-1969).
    Embora seja professor de Engenharia, recomendarei fortemente a leitura para os estudantes que, hoje, pouco sabem do passado.
    Aproveito, caso você possa, para convidá-lo a proferir uma palestra na Poli-USP, escola que dirijo atualmente. Não podemos remunerar a palestra, mas pagamos todas as despesas.
    Aproveito, apenas, para, modestamente fazer um reparo no texto da página 147, pois o “Princípio da Ação e Reação” ou “Segunda Lei de Newton” não tem relação com a interpretação obtusa dada pelos militares e lá enunciada.
    Minha sugestão é escrever:
    “Na verdade, é habitual invocar erradamente uma lei Física, enunciada pelo físico inglês…….
    e terminar com…… que Newton cunhou o princípio do qual se apropriaram equivocadamente os militares brasileiros, pouco afeitos à ciência.”
    Isto é, a Lei Física é correta mas está aplicada de maneira errada e para a situação errada….
    Por favor, peço que este comentário não seja publicado.
    Atenciosamente
    JRC Piqueira

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