Ativista procurada pela polícia pede asilo ao Uruguai.

A advogada que pediu asilo, em foto do portal Ninja.

A advogada que pediu asilo, em foto do portal Ninja.

Eloísa Samy, advogada criminalista, indiciada pela polícia do Rio na “Operação Firewall”, que denunciou 23 ativistas como integrantes de uma “associação criminosa armada” destinada a promover protestos violentos durante a Copa do Mundo, pediu asilo político ao Uruguai. Foragida desde o final da semana passada, quando a justiça decretou a sua prisão, Eloísa procurou o consulado uruguaio no Rio e pediu proteção. O caso foi revelado na manhã de hoje (21 jul) pelo Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (IDDH), uma organização não governamental.
Pouco depois, ainda pela manhã, a advogada divulgou um vídeo no YouTube dizendo que estava sendo perseguida por defender a Constituição e o direito de livre manifestação. O governo uruguaio ainda não se pronunciou sobre o pedido de asilo, que inclui um menor de idade sobre quem Eloísa Samy teria tutela legal. A advogada pode se tornar, assim, a primeira exilada brasileira desde o fim do regime militar.
No início da noite surgiu a informação, através dos sites de notícias, de que são três os ativistas que pediram refúgio no consulado.

Sobre Carlos Amorim

Carlos Amorim é jornalista profissional há mais de 40 anos. Começou, aos 16, como repórter do jornal A Notícia, do Rio de Janeiro. Trabalhou 19 anos nas Organizações Globo, cinco no jornal O Globo (repórter especial e editor-assistente da editoria Grande Rio) e 14 na TV Globo. Esteve no SBT, na Rede Manchete e na TV Record. Foi fundador do Jornal da Manchete; chefe de redação do Globo Repórter; editor-chefe do Jornal da Globo; editor-chefe do Jornal Hoje; editor-chefe (eventual) do Jornal Nacional; diretor-geral do Fantástico; diretor de jornalismo da Globo no Rio e em São Paulo; diretor de eventos especiais da Central Globo de Jornalismo. Foi diretor da Divisão de Programas de Jornalismo da Rede Manchete. Diretor-executivo da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, onde implantou o canal de notícias Bandnews. Criador do Domingo Espetacular da TV Record. Atuou em vários programas de linha de show na Globo, Manchete e SBT. Dirigiu transmissões de carnaval e a edição do Rock In Rio 2 (1991). Escreveu, produziu e dirigiu 56 documentários de televisão. Ganhou o prêmio da crítica do Festival de Cine, Vídeo e Televisão de Roma, em 1984, com um especial sobre Elis Regina. Recebeu o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, em 1994, na categoria Reportagem, com a melhor obra de não-ficção do ano: Comando Vermelho – A história secreta do crime organizado (Record – 1994). É autor de CV_PCC- A irmandade do crime (Record – 2004) e O Assalto ao Poder (Record – 2010). Recebeu o prêmio Simon Bolívar de Jornalismo, em 1997, na categoria Televisão (equipe), com um especial sobre a medicina em Cuba (reportagem de Florestan Fernandes Jr). Recebeu o prêmio Wladimir Herzog, na categoria Televisão (equipe), com uma série de reportagens de Fátima Souza para o Jornal da Band (“O medo na sala de aula”). Como diretor da linha de show do SBT, recebeu o prêmio Comunique-se, em 2006, com o programa Charme (Adriane Galisteu), considerado o melhor talk-show do ano. Em 2007, criou a série “9mm: São Paulo”, produzida pela Moonshot Pictures e pela FOX Latin America, vencedora do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor série da televisão brasileira em 2008. Em 2008, foi diretor artístico e de programação das emissoras afiliadas do SBT no Paraná e diretor do SBT, em São Paulo, nos anos de 2005/06/07 (Charme, Casos de Família, Ratinho, Documenta Brasil etc). Vencedor do Prêmio Jabuti 2011, da Câmara Brasileira do Livro, com “Assalto ao Poder”. Autor de quatro obras pela Editora Record, foi finalista do certame literário três vezes. Atuou como professor convidado do curso “Negócios em Televisão e Cinema” da Fundação Getúlio Vargas no Rio e em São Paulo (2004 e 2005). A maior parte da carreira do jornalista Carlos Amorim esteve voltada para a TV, mas durante muitos anos, paralelamente, também foi ligado à mídia impressa. Foi repórter especial do Jornal da Tarde, articulista do Jornal do Brasil, colaborador da revista História Viva entre outras publicações. Atualmente, trabalha como autor, roteirista e diretor para projetos de cinema e televisão segmentada. Fonte: resumo curricular publicado pela PUC-RJ em “No Próximo Bloco – O jornalismo brasileiro na TV e na Internet”, livro organizado por Ernesto Rodrigues em 2006 e atualizado em 2008. As demais atualizações foram feitas pelo autor.
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2 respostas para Ativista procurada pela polícia pede asilo ao Uruguai.

  1. José Antonio Severo disse:

    Exíiio é uma instituição muito séria para abrigar os verdadeiros perseguidos políticos. Essa senhora certamente não conhece leis, o que, uma vez mais, compromete a qualidade dom ensino de nossas faculdades de Direito. O Uruguai certamente não concederá asilo a ela, pois isto seria dizer com todas as letras que a presidente Dilma, como chefe do governo brasileiro, é uma ditadora sanguinária que se comparar a a Medici, Costa e Silva e outros. O Uruguai de Mojica é um país sério..

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