Terror sem limites: grupo radical islâmico queima vivo piloto jordaniano que seria trocado por mulher-bomba. Os carrascos do ISIS já tinham matado o militar e continuavam negociando a vida dele pela libertação de uma terrorista iraquiana.

Cena dantesca: refém sendo queimado vivo.

Cena dantesca: refém sendo queimado vivo.

A barbárie do ISIS não tem limites. Na manhã de hoje (3 fev), o grupo rebelde que ocupa parte dos territórios da Síria e do Iraque divulgou imagens que mostram o piloto jordaniano Muaz al-Kasasbeh sendo queimado vivo dentro de uma jaula. O assassinato teria ocorrido em janeiro, mas os extremistas continuavam negociando para libertar uma terrorista iraquiana (Sajida al-Rishawi, que está presa na Jordânia) em troca do militar, cujo avião caiu na Síria em dezembro.

O piloto, 26 anos, e a mulher-bomba.

O piloto, 26 anos, e a mulher-bomba.

Nos últimos dias, o ISIS já tinha executado dois reféns japoneses. Os serviços de inteligência ocidentais avaliam que o grupo rebelde ainda possui mais de mil prisioneiros. Desde a Idade Média não se via tamanha crueldade no mundo árabe. George W. Bush invadiu o Iraque e em 11 anos de guerra morreram 90 mil civis. Disto resulta o terror que assistimos pela TV e na Web.

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