Ultrapassamos a marca de 150 mil leitores neste site. Aqui oferecemos um jornalismo independente e sem vinculações partidárias, focado nos temas relevantes da atualidade.

Somos contra a intolerância.

Somos contra a intolerância.

A equipe deste site e seus colaboradores agradecem ao público que nos privilegia com uma leitura atenta e muitos comentários. Algumas vezes, recebemos fortes críticas, que são sempre publicadas sem restrições ou cortes. Evitamos apenas os ataques de caráter pessoal e aquelas manifestações ofensivas ao código de ética dos jornalistas.

A nossa proposta é manter neste espaço uma tribuna independente, com ampla variedade de opiniões. Representamos um segmento de mídia alternativa aos grandes conglomerados de comunicação, muitas vezes orientados, do ponto de vista editorial, por interesses políticos e principalmente econômicos. Defendemos o estado democrático de direito e a liberdade de expressão. Acreditamos que uma informação de qualidade ajuda no entendimento dos grandes temas brasileiros e internacionais, especialmente daqueles assuntos globais que têm algum tipo de consequência para o nosso país e a nossa gente.

Contra a violência de Estado.

Contra a violência de Estado.

Não temos patrocinadores. Mas achamos que uma publicidade sem interferir no conteúdo de nossas publicações é saudável e bem-vinda, porque pode proporciona a ampliação e a melhoria dos serviços ao público. Nosso projeto é transformar este espaço em uma revista eletrônica semanal de atualidades, funcionando ainda como uma agência independente de notícias, voltada ao interesse do grande público.

Lula e Mário Covas, juntos, em comício.

Lula e Mário Covas, juntos, em comício.

Somos contra todas as formas de censura, inclusive a “classificação indicativa” de programas de televisão e as tentativas de criar uma “agência reguladora” da informação. Isto representa uma interferência inaceitável do Estado, acobertando razões duvidosas. Acreditamos na regulação de mercado, na qual o próprio consumidor decide quem deve ou não merecer a sua confiança. A grande mídia, ligada às intempéries do poder, vem sofrendo um processo de encolhimento, com o cancelamento de assinaturas e perdas nas vendas e audiência. O mundo virtual, livre e quase incontrolável, se afirma mais e mais. Em um cenário como este, a interferência governamental – nem sempre explicável – é censura pura e simples.

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O avanço deste nosso projeto depende de todos os leitores do site, que podem (e devem) contribuir com ideias e sugestões. Vamos procurar amparo nas leis de incentivo fiscal para encontrar financiamentos. E agradecemos a todos – sinceramente – pela atenção que nos têm dispensado.

A Equipe.

Sobre Carlos Amorim

Carlos Amorim é jornalista profissional há mais de 40 anos. Começou, aos 16, como repórter do jornal A Notícia, do Rio de Janeiro. Trabalhou 19 anos nas Organizações Globo, cinco no jornal O Globo (repórter especial e editor-assistente da editoria Grande Rio) e 14 na TV Globo. Esteve no SBT, na Rede Manchete e na TV Record. Foi fundador do Jornal da Manchete; chefe de redação do Globo Repórter; editor-chefe do Jornal da Globo; editor-chefe do Jornal Hoje; editor-chefe (eventual) do Jornal Nacional; diretor-geral do Fantástico; diretor de jornalismo da Globo no Rio e em São Paulo; diretor de eventos especiais da Central Globo de Jornalismo. Foi diretor da Divisão de Programas de Jornalismo da Rede Manchete. Diretor-executivo da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, onde implantou o canal de notícias Bandnews. Criador do Domingo Espetacular da TV Record. Atuou em vários programas de linha de show na Globo, Manchete e SBT. Dirigiu transmissões de carnaval e a edição do Rock In Rio 2 (1991). Escreveu, produziu e dirigiu 56 documentários de televisão. Ganhou o prêmio da crítica do Festival de Cine, Vídeo e Televisão de Roma, em 1984, com um especial sobre Elis Regina. Recebeu o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, em 1994, na categoria Reportagem, com a melhor obra de não-ficção do ano: Comando Vermelho – A história secreta do crime organizado (Record – 1994). É autor de CV_PCC- A irmandade do crime (Record – 2004) e O Assalto ao Poder (Record – 2010). Recebeu o prêmio Simon Bolívar de Jornalismo, em 1997, na categoria Televisão (equipe), com um especial sobre a medicina em Cuba (reportagem de Florestan Fernandes Jr). Recebeu o prêmio Wladimir Herzog, na categoria Televisão (equipe), com uma série de reportagens de Fátima Souza para o Jornal da Band (“O medo na sala de aula”). Como diretor da linha de show do SBT, recebeu o prêmio Comunique-se, em 2006, com o programa Charme (Adriane Galisteu), considerado o melhor talk-show do ano. Em 2007, criou a série “9mm: São Paulo”, produzida pela Moonshot Pictures e pela FOX Latin America, vencedora do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor série da televisão brasileira em 2008. Em 2008, foi diretor artístico e de programação das emissoras afiliadas do SBT no Paraná e diretor do SBT, em São Paulo, nos anos de 2005/06/07 (Charme, Casos de Família, Ratinho, Documenta Brasil etc). Vencedor do Prêmio Jabuti 2011, da Câmara Brasileira do Livro, com “Assalto ao Poder”. Autor de quatro obras pela Editora Record, foi finalista do certame literário três vezes. Atuou como professor convidado do curso “Negócios em Televisão e Cinema” da Fundação Getúlio Vargas no Rio e em São Paulo (2004 e 2005). A maior parte da carreira do jornalista Carlos Amorim esteve voltada para a TV, mas durante muitos anos, paralelamente, também foi ligado à mídia impressa. Foi repórter especial do Jornal da Tarde, articulista do Jornal do Brasil, colaborador da revista História Viva entre outras publicações. Atualmente, trabalha como autor, roteirista e diretor para projetos de cinema e televisão segmentada. Fonte: resumo curricular publicado pela PUC-RJ em “No Próximo Bloco – O jornalismo brasileiro na TV e na Internet”, livro organizado por Ernesto Rodrigues em 2006 e atualizado em 2008. As demais atualizações foram feitas pelo autor.
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