Enquanto a Globo enche o cofre de dinheiro, com 360 milhões de reais de patrocínios na Copa, em apenas 6 cotas de anunciantes, o Brasil vê uma seleção caduca e dependente de um único jogador, cujo pé não vai muito bem. A cobertura ufanista da maior emissora do país, na voz de Galvão Bueno, participe dos lucros, divide ainda mais o país.

 

                                   gol do neymar

Quem é capaz de dizer que a seleção vai conquistar o hexa? O time, com uma constelação de estrelas que jogam em agremiações estrangeiras, ainda não mostrou a que veio. Temos cabelos exóticos e pouco futebol. E não é privilégio do Brasil. A Argentina de Messi tomou uma goleada da Croácia. Empatamos com a Suíça, que nunca ganhou uma Copa. O time da Globo, que tem direitos exclusivos de transmissão dos jogos para o Brasil, a peso de ouro, eliminou a concorrência. Mas isto não garante os resultados. Apesar de que a audiência da Globo subiu nas transmissões ao vivo. Mas a seleção está devendo.

Agora temos Brasil e Costa Rica, outro elenco que nunca ganhou nada. Ficaremos em segundo lugar da chave? Com sorte, em primeiro. Mas a cobertura ufanista, baseada em resultados comerciais, vai continuar. Assim como o litro da gasolina acima de R$4,00. Ou não? A presença dos anunciantes na tela da Globo dura enquanto tivermos resultados positivos. Fora isso, o resto é bobagem.

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